Acesso para clientes
ok
Busca:
ok

Rossini Corrêa

CURRICULLUM VITAE

JOSÉ ROSSINI CAMPOS DO COUTO CORRÊA É MARANHENSE DE SÃO LUÍS, NASCIDO A 08 DE SETEMBRO DE 1955.

Dedicado aos estudos jurídicos, teológicos, filosóficos e sociais, Rossini Corrêa, que participou de seminários jurídicos na Pontifícia Studiorum Universitas Urbaniana, no Vaticano e na Libera Università Maria Santíssima Assunta, em Roma, é Bacharel em Direito, Bacharel em Ciências Sociais, Mestre em Sociologia, Mestre em Teologia, Doutor em Ciências Sociais e  Doutor em Ciências da Religião, com Seminários Pós-Doutorais em Política Internacional e Comparada.  Doutor em Direito Internacional. Recebeu, entre outros, os seguintes Doutoramentos Honorários: em Direito (Universidade dos Povos da Europa), em Direito Canônico (Faculdade de Teologia Filadélfia Internacional), em Filosofia (Conselho Internacional dos Teólogos), em Divindade (Faculdade de Teologia Filadélfia Internacional), em Filosofia da Religião (Escola Superior de Estudos Teológicos e Filosóficas), em Religiões Comparadas (Faculdade de Educação e Teologia do Brasil), em Psicanálise Clínica (Sociedade Psicanalítica Reflexológica Nacional) e em Cultura Judaica ( Seminário Beit Midrash).

    Advogado, Rossini Corrêa é professor universitário, com atividades na Faculdade de Direito do Centro Universitário de Brasília (Professor Titular), na Pós-Graduação em Direitos Humanos, e no seu Mestrado em Direito das Relações Internacionais, bem como no Instituto de Ensino Superior de Brasília. Integra com freqüência Bancas de Exame de Mestrado e de Doutoramento na Universidade Nacional de Brasília, na Universidade Federal de Pernambuco, na Universidade de Fortaleza e na Universidade Gama Filho e participa de atividades pós-graduadas na Faculdade de Direito do Recife, na Fundação Universitária de Tocantins e na Universidade Federal do Maranhão.

    RC foi Coordenador Nacional da Lei Sarney, Assessor Especial do Governador de Pernambuco, Secretário de Educação e Cultura de Jaboatão dos Guararapes, Professor Adjunto IV da Universidade Federal do Maranhão, Assessor da Secretaria de Cultura do Estado do Maranhão, Diretor do Centro de Pesquisas Estruturais da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e Sociais, Chefe de Cadastramento do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas de Natureza Cultural, Advogado do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal, Assessor Jurídico da CPI sobre Exploração Sexual de Crianças e de Adolescentes (CD/DF), Professor do Curso de Formação de Oficiais (APM/DF), Professor da Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal, Professor da Associação Pioneira de Integração Social, Técnico de Nível Superior da Fundação Escola Nacional de Administração Pública, Coordenador de Estágio (em exercício) da Fundação Escola Nacional de Administração Pública, Diretor de Estágio (em exercício) da Fundação Escola Nacional da Administração Pública e Servidor Requisitado da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Autor de 23 livros, Rossini Corrêa conquistou 20 prêmios literários e possui cerca de 50 obras inéditas. Eis a sua bibliografia mínima:

ALGUMAS TESES

•    Classe Média Posta em Questão: ensaio de revisão bibliográfica. Recife: UFPE, 1978. 170 p.. Trabalho de Conclusão de Curso de Bacharel em Ciências Sociais.

•    Formação Social do Maranhão: o presente de uma arqueologia. São Luís, SIOGE, 1993, 391 p.

•    O Liberalismo no Brasil: José Américo em perspectiva. Brasília, Senado Federal, 1994, 710 p.

•    Política Externa Independente: contribuição crítica à história da diplomacia nacional. São Paulo, USP, 1992. 160 p, Trabalho oferecido ao Programa de Pós-Doutorado em Política Internacional e Comparada.

•    Elegias de Eraldo. Brasília, Instituto de Ensino Superior Evangélico, 1998, 150 p. Tese de Mestrado em Teologia.

•    Direito & Teologia: Amós, profeta de qual justiça? Brasília, Faculdade de Teologia Antioquia Internacional, 199, 150 p. Tese de Doutorado em Ciências da Religião.

FICÇÃO

•    O Prêmio Nobel. Brasília, Corrêa e Corrêa Editores, 1989, 60 p.

•    Reino Unido do Brasil. São Luís, SIOGE, 1993, 157 p.



POESIA

•    Canto Urbano da Silva. São Luís, SIOGE, 1984, 100 p.

•    Sinfonia Internacional para a Pátria América: liberdade. São Luís, SIOGE, 1986. 216 p.

•    Saltério de Três Cordas. Brasília, Guarnicê, 1989. 130 p. Co-autoria com Joaquim Haickel e Pedro Braga.

•    Almanaque dos Ventos. São Luís, SECMA/SIOGE, 1991. 140 p.

•    Baladas do Polidor de Estrelas. São Luís, SECMA/SIOGE, 1991. 120 p.

•    Dois Poemas Dramáticos para Vozes e Violinos. Brasília, Thesaurus, 2001, 64 p.

•    Champagne para Nirciene. Brasília, Kelps, 2005, 224 p.


SOCIOLOGIA

•    Mudança Social do Nordeste. São Luís, SIOGE, 1986, 186 p.

•    O Bloco Bolivariano e a Globalização da Solidariedade: bases para um contrato social universalista. Em parceria com Valdir Perazzo. Brasília, Corrêa & Corrêa Editores, 1998, 327 p.
•    Da Itália para o Brasil. Brasília, Editores Perazzo & Corrêa, 1998, págs 21 a 39 e 213 a 218.
•    Atenas Brasileira: a cultura do Maranhão na civilização nacional. Brasília, Corrêa & Corrêa: Thesaurus, 2001, 379 p.

POLÍTICA

•    1945: a lição de transição no Brasil. São Luís, Edição do Autor, 1986. 68 p.

•    Roma de Bravos Guerreiros: o Diabo Loiro na história política de Pernambuco. Em parceria com João Roma Neto. Recife, Instituto Frei Caneca de Estudos Políticos e Sociais, 1998, 330 p. Co-autoria com João Roma Neto.

HISTÓRIA

•    O Modernismo no Maranhão. São Luís, UFMA, 1982. 108 p.; 2ª ed. ver. e aum. Brasília: Corrêa e Corrêa Editores, 1982. 292 p.: 3ª ed. São Luís: Jornal Vagalume, 1990/91, números esparsos.

•    Paraná: começo de um Brasil melhor. Brasília, Câmara dos Deputados, 1989.168 p.


DIREITO

•    Crítica da Razão Legal. 2ª Edição,  Rio de Janeiro, América Jurídica, 2004, 325 p.

•    Jusfilosofia de Deus. Brasília, Editora Primogênitos de Deus, 2005, 370 p.


MEMÓRIA


•    Um Fio de Prosa Autobiográfica com Ignácio Rangel. São Luís, IPES/UFMA/SIOGE< 1991. 166 p. il. Co-entrevistador, em cooperação com Maureli Costa, Pedro Braga e Raimundo Palhano, e autor da introdução e das notas.

•    Brasis que Vivi: memórias de Moura Cavalcanti. Recife, Fundação Joaquim Nabuco/Massangana, 1992, 308 + LXXVII p. il. Entrevistador, pesquisador e responsável pela forma literária.

•    Ad Immortalitatem. Brasília: Thesaurus, 1999. 54 p. Discurso de posse na AbrL.

Rossini Corrêa é membro efetivo da Academia Brasiliense de Letras, cadeira N° 7, cujo patrono é Joaquim Nabuco. Recebeu ainda os títulos de Comendador da Soberana Ordem dos Valores Cristãos, de Teólogo Imortal e da Cruz do Mérito Teológico e Educacional. Integra a Academia Brasileira de Ciências da Religião. Recebeu a Medalha do Mérito Candango e é membro do Conselho Editorial da Câmara dos Deputados.
RC tem sucessivamente nominado turmas de formandos e alternado as condições de homenageado, patrono e paraninfo nos Cursos Superiores de Brasília. Responsável pelo desenvolvimento da Faculdade de Direito da Faculdade Euro-Americana, ali a representação estudantil foi designado Centro Acadêmico Rossini Corrêa.

Entre os principais pronunciamentos críticos referentes a sua obra literária e cientifica, são de se destacar os seguintes:

“Bien que, à mon regret, ne parlant pas le portugais, je le devine assez pour avoir apprécié ce maginifique et très érudit hommage rendu au Maranhão et à sa    riche culture.
Vous savez combien je suis attaché à votre magnifique pays et à sa capital São Luis, où j’ai été accueilli d’une manière qui m’a profondément touché.”
Maurice Druon

“Tive a alegria de ler Saltério de Três Cordas e O Prêmio Nobel. Posso dizer que apreciei o alto nível criativo da linguagem, tanto na poesia, quanto na prosa, e também no ensaio literário (no livro sobre O Modernismo no Maranhão). Apreciei sobremaneira a poesia altamente versátil, que tem algo de trovadoresco, mesclado com um vocabulário novo, potente, imagístico, atual. Acho que não há muito o que dizer sobre a poesia autêntica, senão que senti-la cintilante no que há nela de emanação e irradiação de luz em forma de palavras, pureza e espontaneidade, a sensualidade, o discurso denso e rico de imagens, tudo isto que há na sua poética eu considero genial.
Márcio Catunda”


“Dois formosos livros de poemas, repletíssimos da tua Poesia-Maior, Almanaque dos Ventos e Baladas do Polidor de Estrelas.
Merecem o convívio dos grandes poetas portugueses e espanhóis da atualidade. E são em número reduzido!
Subscrevo, com acréscimos, o que diz a teu respeito e de tua poética o bom Márcio Catunda, inclusive no que tange à tua genialidade. É isto, meu irmão!
Antônio de Oliveira”

“Rio, 13/2/95.
Prezado Rossini Corrêa,
Recebido por mim em dezembro último, só agora encontro tempo para lhe agradecer a oferta do seu monumental O Liberalismo no Brasil: José Américo em Perspectiva.
A pretexto de José Américo, encontra-se no livro um verdadeiro e exaustivo tratado sobre o liberalismo no Brasil. A pesquisa, a bibliografia e o cuidado na exposição são exemplares. É uma verdadeira bíblia nacional sobre o assunto, indispensável na estante de quem se dedica aos estudos históricos, sociais e jurídicos entre nós. Dificilmente será ultrapassado.
Grato pela oferta, aqui lhe dá os parabéns, com abraço afetuoso e admiração de
Evaristo de Moraes Filho”

“Aprovou-me receber e ler o seu valioso livro O Modernismo no Maranhão, que bastante me interessou pela novidade do tema e pela equilibrada exposição de conjunto. Afinal este nosso maravilhoso Brasil é uma caixa suculenta de surpresas, principalmente no campo literário. Quando menos se espera surge um talento artístico desses sertões ubérrimos de seiva concentrada em mensagens de erudição e clarividência, como é o seu caso. Sua obra resplende a preocupação do “exacto”. Abrangendo toda uma época vibrante de sensações humanísticas, que situam a inteligentzia brasileira num pedestal de vanguarda, com os nomes célebres ‘dos seus mais lídimos escritores conhecidos internacionalmente!.
Luís Romano”

 “Impressionou-me sua versatilidade. Quão diferentes são entre si os livros. Veja como reagi à sua literatura multiforme:
O Prêmio Nobel: estranha, irreverente, amarga e crítica esta história de Arqueópolis, com seus heróis GGG e Infausto e um séqüito precioso de personagens, símbolos e encarnações de estereótipos nacionais. É uma farsa cruel e sabe Deus quão verdadeira!
O Modernismo no Maranhão: estudo denso. Análise histórica e sociológica das transformações culturais em São Luís, na década de 40, feita com equilíbrio e profundidade, inteligência e rica documentação.
Saltério de três cordas: nada é mais gratificante do que o encontro com um belo poeta. “Mestre Pintor” e “Elegia das Águas” estão entre os melhores poemas que já li.
Renato Castelo Branco”

“- Sinfonia Internacional para a Pátria América: Liberdade
- Rossini Corrêa
- Poesia
É um original que merece destaque pelo fôlego que apresenta. Não fica neste fragmentado amontoar de “estados d’alma” que caracteriza a maioria dos livros de nossa poesia recente. Atrás dos seus poemas, vê-se uma visão-de-mundo a servir de guia à organicidade que procuram.
O autor deixa claro uma pensada convivência com os fatos culturais e com as linhas principais da nossa história contemporânea. O que lhe permite um e pós geralmente ausente em nossos estraçalhados confessores líricos. Sabe o que sente. Indico-o (além do mais, pela valorização consciente da profissão do poeta, que o seu longo trabalho nos deixa entrever) para publicação em livro a nível nacional.
Moacyr Félix”

“Seus poemas deixam extravasar o manancial lírico, de suavidade plena, quanto viajando nos labirintos do intimismo. Não deixei de admirar os recursos simbólicos; não fáceis, mas exigindo inteligência no lavor da imagem: Olhos de Asas, Parapeito do Verão, Foz do Amanhã, Molhados Vícios, Carne Repleta de Vôo, Seios de Vinho, Voz de Hóstia, etc. Tais metáforas seriam blasfêmia para um parnasiano de cartola. O simbolismo povoou o céu do modernismo com sua jóias mais de espantos, do que o de ser adorador.
Você tem a arte da poesia plástica, daquela de barro dútil, do qual o poeta pode tirar uma estrela, uma árvore, mulher ou flor. Sabe jogar com a frase e colocá-la dentro de um sentido gráfico de movimento. Bem. A poesia tem o seu chão e o seu contorno. É sinuosa, veludosa, macia, muitas vezes, como o gato de Baudelaire. Mas pode explandir-se em teclas como a Belviss de Eugênio de Castro ou a Salomé de Wilde ou o seu Queijo de Minas. Por isso, você, como poeta, está rodeado de divindade, desde os deuses que cercavam Odisseu - o Ulisses dos latinos -, até os que sagravam Salambô nos templos de Cartago.
Abguar Bastos”

“Chama de inteligência viva e versátil, tradutor de pungentes sentimentos humanos, legítimo porta-voz de novos continentes do espírito, desbravador das árduas veredas da criatividade, Rossini Corrêa está provando que a inspiração maior não  é originária das cintilações do Olimpo; ela é obtida e modelada através do trabalho renovador e constante, dentro das forjas do talento privilegiado.
Francisco Camêlo”

“Recebi e li, faz dias, o seu livro sobre o Paraná e agora recebi O Modernismo no Maranhão, que vou ler com o maior interesse. É proveitoso observar como você consegue um equilíbrio entre a ciência social, em que você é doutor, e a literatura, para a qual você tem a maior vocação. Continue como escritor-cientista social, a um só tempo, que você legará à intelectualidade brasileira uma contribuição cultural de primeira ordem.
Manuel Correia de Andrade”

“Comigo Saltério de três cordas, composto por você, por Joaquim Haickel e Pedro Braga. Não somente gostei dos poemas nele reunidos, mas gostei muito. Que trinca de maranhenses, Santo Deus! Que beleza de livro, no coral da nova poesia brasileira! Quanto a seus poemas, são composições de poeta excelente e dos grandes. São poetas como você que me fazem crer, ou melhor, que me fazem permanecer crendo na nova poesia do Brasil. Você é um poeta e escritor de grande categoria.
Marcos Konder Reis”

“Desde Hora de Guarnicê vi que você vinha para ficar. Vem de longe sua Sinfonia Internacional, não só para a pátria América, mas o Vietnão: você se revelava cantor diferente, poeta criativo, querendo inovações. Você me impressionou desde logo. Aplaudi sua linguagem concreta e vi que gostava de tudo o que escreveu. De novo me regalei com sua poesia, que tem o azul dos simbolistas (que perdura nos poetas de agora). Lindos. E lidos são, também, os seus sonetos. Que poderei dizer mais? Estou em dia com a sua obra. Ganhei Mudança Social no Nordeste. Se nutria admiração pelo poeta, gostei de sua força de ensaísta. Continue nesse caminho que o levará mais longe ainda do que já chegou!
Clóvis Ramos”

“Tanto quanto poeta, você é um ensaísta de mão cheia.
Manoel Caetano Bandeira de Mello”


“...Poeta de sensibilidade... Prosador, irônico e fino... Meu amigo Rossini Corrêa.
Armando Souto Maior”

“Sacudiu-me a Sinfonia Internacional! Você está por triz de moldar uma das vozes mais singulares da poesia brasileira. O recorte de seu perfil já pode ser vislumbrado na floresta do seu canto.
Oswaldino Marques”

    “Rio, 29 de janeiro, 2000.
    Meu Caro Rossini Corrêa.
    Assim está, bem lido e bem aplaudido, o seu primoroso discurso acadêmico. Um mestre, com a sua pena e o seu saber, merecia a consagração da noite de sua posse. Faça de conta que eu levanto e bato palmas, em efeito retroativo. E creia na velha admiração de seu conterrâneo e confrade
Josué Montello”
“Daí que, sem a mínima dúvida, a filosofia do direito do Brasil alcança uma atitude sem precedentes com a publicação do livro Jusfilosofia de Deus. Não há nada que se pareça com a tessitura do argumento rossiniano, ao relacionar Deus, César e Têmis, e demonstrar como, no percurso histórico, o Poder foi robustecido e a Justiça fraudada, enquanto Deus foi manipulado por César, que, pensando ser o Absoluto, desmereceu o Poder e não realizou nenhuma Justiça. Entretanto, só os valores do sagrado podem restaurar o tecido ético da humanidade, reinventado César (o Poder) e renascendo Têmis (a Justiça). Com esta mensagem, Rossini Corrêa instaura a filosofia e a teologia brasileiras no panteão reservado a Sócrates, Platão, Aristóteles, Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, Lutero, Jean-Jacques Rousseau, Kant, Hegel, Savigny e Rudolf Von Jhering. Ei-lo onde deve estar: grande entre os demais.


Nirciene Rosa Laboissière”

RC integra os Conselhos Consultivos da Fundação Casa de Penedo (AL) e da Fundação Bandeira Tribuzi (MA). Foi membro do Conselho Deliberativo da Escola Superior de Advocacia da Ordem dos Advogados do Brasil (DF) e componente  da Comissão de Ensino Jurídico da Ordem dos Advogados do Brasil (DF). Tornou-se Cidadão Honorário de Brasília por proposição do Deputado Alírio Neto, aprovada por unanimidade.

Rossini Corrêa é membro dos Conselhos Editoriais do Centro de História da Igreja na América Latina e no Caribe, da Câmara dos Deputados, da Editora América Jurídica e  Revista CESUC, bem como Consultor  ad hoc para Filosofia do Direito da Revista CEJ, do Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal e da Revista Prisma, do Mestrado em Direito das Relações Internacionais, do Centro Universitário de Brasília. Possui dezenas de artigos jurídicos publicados em órgãos especializados. É Presidente do Instituto de Direitos Universais – IDU. Foi eleito membro titular do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, para o exercício de 2004-2007, compondo a representação da seccional do Distrito Federal e presidindo a sua Comissão de Direitos Difusos e Coletivos. É Vice-Presidente da Associação Brasileira dos Advogados – ABA e Vice-Reitor da American World University – AWU/USA.


Brasília-DF, 25 de junho de 2008.


JOSÉ ROSSINI CAMPOS DO COUTO CORRÊA

Livros do autor

Ad Immortalitatem

Ad Immortalitatem

Rossini Corrêa

Etiqueta R$ 15,00
Saiba maisSaiba mais
Atenas Brasileira

Atenas Brasileira

Rossini Corrêa

Etiqueta R$ 30,00
Saiba maisSaiba mais
Dois Poemas Dramáticos

Dois Poemas Dramáticos

Rossini Corrêa

Etiqueta R$ 15,00
Saiba maisSaiba mais

carrinhoSeu Carrinho

Seu carrinho está vazio
© Copyright 1999-2012 Thesaurus Editora de Brasília - Fone: (61) 3344-3738 - Fax: (61) 3344-2353 - E-mail: sac@thesaurus.com.br