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Guinê-Bissau (04)

Breve Cronologia Histórico-Literária

1446 – A primeira das ex-colônias portuguesas africanas a ser “descoberta” foi a da Guiné-Bissau. O autor da proeza, Nuno Tristão, não pôde voltar para contar as boas novas ao rei de Portugal, pois foi morto a flechadas assim que ousou aproximar-se num bote do litoral.
1879 – Primeira gráfica.
1924 – Ao contrário de Angola, Moçambique, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, que já possuíam jornais e, por conseguinte, uma significativa literatura escrita, desde os meados do século passado, na Guiné-Bissau, por força do descaso com que os portugueses a tratavam, prin­cipalmente na área cultural, o seu primeiro jornal, Pro-Guiné, só seria publicado em 1924.
1956 – Fundação do PAIGC (Partido Africano para a Inde­pendência da Guiné e Cabo Verde).
1959 – Massacre de 50 trabalhadores do cais de Pidjiguiti (Bissau, 3/8/59).
1963 – Início da luta armada de libertação.
1973 – Amílcar Cabral, Presidente do PAIGC, é assassinado na Guiné-Conakry (20/1/73).
– 24 de setembro de 1973: Proclamação da República da Guiné-Bissau no interior do território controlado e libertado pelo PAIGC.
1977 – Aparece o primeiro trabalho literário genuinamente guineense: Mantenhas para Quem Luta (antologia da nova poesia guineense).

O PAIS – 36.125 km2.
CAPITAL – Bissau.
IDIOMAS – O por­tuguês é a língua oficial. O “crioulo”, mistura de elemen­tos africanos e portugueses, é a língua de união nacional. Das línguas nativas, as mais faladas são o Mandinga e o Fula.

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