
Sob o impulso do notável crescimento do interesse da sociedade civil pela questão do meio ambiente, o Brasil chega à Conferência de Joanesburgo de "cabeça erguida, como nunca", afirma André. Acentuando as responsabilidades comuns porém diferenciadas no planeta, relembra que, das posições defensivas e cooperativas nas reuniões de Estocolmo e do Rio, a atuação brasileira em Joanesburgo foi novamente cooperativa, mas desta vez menos defensiva e, pela primeira vez, propositiva.
Editado por IRBr, FUNAG, 2007, 1a edição, 276 páginas.