
Desde a sua criação, a Política Agrícola Comum(PAC) da União Européia(UE) tem despertado críticas contundentes ou defesas entusiasmadas. Considerada o maior arsenal de medidas de apoio e de proteção já criado para um setor produtivo, a PAC mobiliza metade do orçamento comunitário para subsidiar um setor que representa apenas 5% do PIB da UE. O presente trabalho procura analisar as origens e a evolução dessa política e estudar as razões que levaram as Comunidades Européias, e sua sucessora a UE, a defender tão ciosamente um regime distorcivo e protecionista contra todas as pressões internas(vindas de estados-membros com setores agrícolas menos expressivos) e externas (especialmente nos períodos em que se promoveram rodadas de negociações comerciais no GATT e, posteriormente, na OMC).
Editado por IRBr FUNAG, 2006, 1a edição, 312 páginas.