
Com inúmeras ilustrações, Mil Dias Para Uma Cidade descreve, passo a passo, toda a saga da edificação da cidade que seria a Capital de todos os brasileiros, de 1956 a 1960.
O livro tem 29 capítulos, que são os seguintes: – Uma nova página para a História, pág. 11, – Os primeiros momentos de uma epopéia, pág. 13, – A primeira viagem ao Planalto, pág.15, -Nascendo estradas no planalto, pág. 21, – O “rasto” de Sayão na terra vermelha, pág.22, – Primeira edificação, o Catetinho, pág.23, – Primeira inspeção às obras, pág.25, -Primeira rodovia e caminhões, pág.28, -Um natal feliz em Brasília, pág.29, -Nascendo a Cidade Livre, pág.31, – A primeira mulher pioneira, pág.33, – Crianças de Brasília, pág.35, -Dezembro, mês de progresso, pág.37, – Em 1957, os passos decisivos, pág.40, – Início das obras do Alvorada, pág.45, – Plano Piloto e demarcação. Pág.49, – Demarcação do Plano Piloto, pág.53, – Brasília recebe o batismo do Brasil, pág.57, -Primeiro Presidente a visitar Brasília, pág.61, -Bernardo Sayão e a Belém-Brasília, pág.65, – 21 de abril, data da transferência, pág.66, – As primeiras inaugurações do PP, pág.71, – 1959, Apenas e muito trabalho, pág.77, -Brasília perde Sayão, pág.79, – Um jornal, o Correio Braziliense, pág.81, – 1960, o ano da definição, pág.83, – Brasil, Capital Brasília, pág.87, -Dias 21, 22 e 23 de abril de 1960, pág.88.
O jornalista e deputado federal Edgar Bezerra Leite assim define o trabalho de Adirson Vasconcelos:- É, em verdade, um estudioso de Brasília. Quando escreve, Adirson se isenta da paixão que tem pela cidade amada. Toma posição de magistrado.
A verdade e o interesse social do fato são dois objetivos que estão sempre presentes naquilo que escreve”. E diz mais: “Isto é o que tenho observado em Adirson desde os tempos, a partir de 1954, quando trabalhou no jornal que dirigi no Recife, o Correio do Povo. E, depois, transferindo-se para o Planalto de Goiás, tem Adirson conservado os mesmos princípios éticos e de seriedade no trabalho que realiza”.
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1ª. Edição: 1963 – 96 págs. Ilusts.