
O autor relaciona três dezenas de pensadores contemporâneos quando aludem à figura do Estado como ídolo máximo do homem moderno. O filósofo alemão Eric Voegelin é então apresentado ao leitor brasileiro como quem faz a mais exaustiva "arqueologia" desta tendência atávica da natureza humana, encontradiça nas mais opostas ideologias. O livro sugere inúmeros caminhos ainda a serem explorados para quem queira revelar as infinitas faces do fenômeno da religiosidade política.
Editado por Thesaurus, 1ª edição, 1985, 134 páginas.